Pois é... hoje o tema é outro.
Segunda-feira eu assisti um filme na Globo, "E se fosse verdade" (Just like heaven), com a Reese Witherspoon e o Mark Ruffalo.
É mais ou menos assim:
Ela é médica e não tem tempo para a vida pessoal. A irmã dela liga e marca um encontro às escuras em sua casa, e pede que ela não demore. Ela acaba se atrasando, por causa de um paciente extra. No meio do caminho para casa, se distrai um pouco e quando vê está indo de encontro a um caminhão.
Não fica claro o que aconteceu com ela.
Ele é um paisagista, sozinho e deprimido. Aluga um apartamento de alguém que só aluga por um mês. "Assunto de família", diz a corretora.
Ele adora o sofá, e resolve ficar.
Dias depois de sua mudança, se depara com uma mulher que afirma ser dona da casa. Quando ela sai para buscar algo, desaparece.
Ele fica intrigado, e percebe que ela passa a aparecer com frequência no espelho do banheiro, no quarto ou na sala.
Ele busca entender o "problema", e começa a ajudar o espírito daquela mulher que está morta e não sabe, mas só ele pode ver.
Em busca da identidade de Elizabeth, David se apaixona e descobre que ela está, na verdade, em coma no hospital onde trabalhava. Com o risco de perdê-la durante o desligamento das máquinas que a mantém respirando, David resolve tentar provar à irmã de Lizzy que ela não está morta.
Ao fim, como todo romance, o mocinho salva a mocinha e todos vivem felizes para sempre.
Mas a questão de hoje é: seria possível um espírito de uma pessoa em coma se comunicar com alguém?
Pelo espiritismo cardecista e pela doutrinda da Igreja Messiânica, sim.
Tá, não quero ser pregadora nem chata. Mesmo porque se tem alguém que não é religiosa aqui sou eu.
Mas eu achei muito interessante levantarem esse tema em um filme comercial com a Reese no elenco.
Muitas vezes acontece em nossas casas. Alguém de nossa família vai pra cama de hospital e nós esquecemos que essa pessoa existe. Então ela volta do coma, e ficamos muito felizes.
Várias vezes não existe lembrança desse período, mas algumas vezes essas pessoas trazem recordações quase palpáveis dos momentos que viveram.
Não faz muito tempo assisti uma palestra sobre Experiência Quase Morte (EQM). O palestrante, um médico e professor universitário, era espírita. Eele falou de suas pesquisas na área médica e espiritual, e descreveu casos semelhantes das lembranças descritas pelos "quase mortos".
Ao assistir o filme, percebi como as pessoas vêm, aos poucos, se despertando para a existência de um plano não material. E como ainda falta muito para pensar.
Sou da opinião que a vida começa no momento da concepção (pensamento indiano, budista, espírita, messiânico...) e que só acaba quando a pessoa morre, sem interferência humana.
Ainda assim, sou a favor de estudos com células tronco de embriões congelados (que iriam, fatalmente, parar no lixo em vez de dar vida a outras pessoas necessitadas.
Sei lá.. a discussão entre ciência e alma é sem fim. E não sou eu que vou chegar ao consenso.
Mas vale a pena acreditar. Ajuda a entender muitas coisas.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Espiritualização
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