Se tem coisa que me irrita mais que poluição e gente porca jogando lata pela janela de automóveis é erro gramatical. E quando esse erro é em placas ou faixas feitas/pagas pela Prefeitura Municipal então...
Em outubro a Secretaria de Educação deu os parabéns aos professores pelo dia deles.
Mas tinha um erro tão bizarro na faixa que eu preferi bloquear. Meu namorado falou: "Não são eles que fazem, e depois, quando vêem já tá feito". Advogado do Diabo...
O fato é: eu peço uma pizza de champignon sem champignon (sei que é idiota, mas presta atenção na metáfora). Aí o entregador chega e tem um único champignon em cima que infecta toda a mussarela (era melhor pedir de mussarela, não?) com aquele gosto de strogonoff. Eu pago o preço da pizza e como pizza de champignon ou mando o entregador voltar outra hora?
É claro que se eu peço um produto e ele vem alterado, seja qual for a alteração, eu não pago por ele! Portanto, se eu peço uma faixa e ela vem com uma crase errada que seja, ela volta pro ateliê. E que seja entregue na data combinada, senão nada de pagamento!
Hoje eu vinha por uma avenida de São Vicente e dei de cara com uma placa com a seguinte inscrição: Sujeito à Multas.
Começa que essa crase não existiria nem no singular, a menos que fosse uma referência a uma multa específica (Ex.: "Sujeito à multa de estacionamento proibido", sei lá!); continua, que se fossem várias multas, seria "às", não "à"; e termina que ninguém recebe mais de uma multa por vez, ou recebe??? Sei lá, a menos que você pare no meio da avenida e seu carro esteja completamente irregular. Caso contrário...
Daí eu fui fazer uma matéria no Fiel Barateiro. Tinha lá uma placa: "Proibido a entrada de estranhos".
Erro 1: Proibido a entrada. Se é "a entrada" que não pode, é proibidAAAA. Ou "Proibido entrada" ou "Proibida a entrada".
Erro 2: entrada de estranhos. Pelo que me consta, quem proibe, proibe "a alguém" ou "de algo". Então... "entrada a estranhos", não "de estranhos".
Tá... mala pra caramba!
Cometo meus erros de português... mas pelo amor de God! Respeitem o pobre Manuel Joaquim José... O Aurélio está aí para tirar dúvidas, e quando ele não resolve seu problema existem diversos professores de língua portuguesa dispostos a salvar uma alma perdida! (little drama)
Na dúvida, assista um dos 9 programas do Língua Solta, no YouTube da TV Primeira (sou eu quem produz! :D).
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Espiritualização
Pois é... hoje o tema é outro.
Segunda-feira eu assisti um filme na Globo, "E se fosse verdade" (Just like heaven), com a Reese Witherspoon e o Mark Ruffalo.
É mais ou menos assim:
Ela é médica e não tem tempo para a vida pessoal. A irmã dela liga e marca um encontro às escuras em sua casa, e pede que ela não demore. Ela acaba se atrasando, por causa de um paciente extra. No meio do caminho para casa, se distrai um pouco e quando vê está indo de encontro a um caminhão.
Não fica claro o que aconteceu com ela.
Ele é um paisagista, sozinho e deprimido. Aluga um apartamento de alguém que só aluga por um mês. "Assunto de família", diz a corretora.
Ele adora o sofá, e resolve ficar.
Dias depois de sua mudança, se depara com uma mulher que afirma ser dona da casa. Quando ela sai para buscar algo, desaparece.
Ele fica intrigado, e percebe que ela passa a aparecer com frequência no espelho do banheiro, no quarto ou na sala.
Ele busca entender o "problema", e começa a ajudar o espírito daquela mulher que está morta e não sabe, mas só ele pode ver.
Em busca da identidade de Elizabeth, David se apaixona e descobre que ela está, na verdade, em coma no hospital onde trabalhava. Com o risco de perdê-la durante o desligamento das máquinas que a mantém respirando, David resolve tentar provar à irmã de Lizzy que ela não está morta.
Ao fim, como todo romance, o mocinho salva a mocinha e todos vivem felizes para sempre.
Mas a questão de hoje é: seria possível um espírito de uma pessoa em coma se comunicar com alguém?
Pelo espiritismo cardecista e pela doutrinda da Igreja Messiânica, sim.
Tá, não quero ser pregadora nem chata. Mesmo porque se tem alguém que não é religiosa aqui sou eu.
Mas eu achei muito interessante levantarem esse tema em um filme comercial com a Reese no elenco.
Muitas vezes acontece em nossas casas. Alguém de nossa família vai pra cama de hospital e nós esquecemos que essa pessoa existe. Então ela volta do coma, e ficamos muito felizes.
Várias vezes não existe lembrança desse período, mas algumas vezes essas pessoas trazem recordações quase palpáveis dos momentos que viveram.
Não faz muito tempo assisti uma palestra sobre Experiência Quase Morte (EQM). O palestrante, um médico e professor universitário, era espírita. Eele falou de suas pesquisas na área médica e espiritual, e descreveu casos semelhantes das lembranças descritas pelos "quase mortos".
Ao assistir o filme, percebi como as pessoas vêm, aos poucos, se despertando para a existência de um plano não material. E como ainda falta muito para pensar.
Sou da opinião que a vida começa no momento da concepção (pensamento indiano, budista, espírita, messiânico...) e que só acaba quando a pessoa morre, sem interferência humana.
Ainda assim, sou a favor de estudos com células tronco de embriões congelados (que iriam, fatalmente, parar no lixo em vez de dar vida a outras pessoas necessitadas.
Sei lá.. a discussão entre ciência e alma é sem fim. E não sou eu que vou chegar ao consenso.
Mas vale a pena acreditar. Ajuda a entender muitas coisas.
Segunda-feira eu assisti um filme na Globo, "E se fosse verdade" (Just like heaven), com a Reese Witherspoon e o Mark Ruffalo.
É mais ou menos assim:
Ela é médica e não tem tempo para a vida pessoal. A irmã dela liga e marca um encontro às escuras em sua casa, e pede que ela não demore. Ela acaba se atrasando, por causa de um paciente extra. No meio do caminho para casa, se distrai um pouco e quando vê está indo de encontro a um caminhão.
Não fica claro o que aconteceu com ela.
Ele é um paisagista, sozinho e deprimido. Aluga um apartamento de alguém que só aluga por um mês. "Assunto de família", diz a corretora.
Ele adora o sofá, e resolve ficar.
Dias depois de sua mudança, se depara com uma mulher que afirma ser dona da casa. Quando ela sai para buscar algo, desaparece.
Ele fica intrigado, e percebe que ela passa a aparecer com frequência no espelho do banheiro, no quarto ou na sala.
Ele busca entender o "problema", e começa a ajudar o espírito daquela mulher que está morta e não sabe, mas só ele pode ver.
Em busca da identidade de Elizabeth, David se apaixona e descobre que ela está, na verdade, em coma no hospital onde trabalhava. Com o risco de perdê-la durante o desligamento das máquinas que a mantém respirando, David resolve tentar provar à irmã de Lizzy que ela não está morta.
Ao fim, como todo romance, o mocinho salva a mocinha e todos vivem felizes para sempre.
Mas a questão de hoje é: seria possível um espírito de uma pessoa em coma se comunicar com alguém?
Pelo espiritismo cardecista e pela doutrinda da Igreja Messiânica, sim.
Tá, não quero ser pregadora nem chata. Mesmo porque se tem alguém que não é religiosa aqui sou eu.
Mas eu achei muito interessante levantarem esse tema em um filme comercial com a Reese no elenco.
Muitas vezes acontece em nossas casas. Alguém de nossa família vai pra cama de hospital e nós esquecemos que essa pessoa existe. Então ela volta do coma, e ficamos muito felizes.
Várias vezes não existe lembrança desse período, mas algumas vezes essas pessoas trazem recordações quase palpáveis dos momentos que viveram.
Não faz muito tempo assisti uma palestra sobre Experiência Quase Morte (EQM). O palestrante, um médico e professor universitário, era espírita. Eele falou de suas pesquisas na área médica e espiritual, e descreveu casos semelhantes das lembranças descritas pelos "quase mortos".
Ao assistir o filme, percebi como as pessoas vêm, aos poucos, se despertando para a existência de um plano não material. E como ainda falta muito para pensar.
Sou da opinião que a vida começa no momento da concepção (pensamento indiano, budista, espírita, messiânico...) e que só acaba quando a pessoa morre, sem interferência humana.
Ainda assim, sou a favor de estudos com células tronco de embriões congelados (que iriam, fatalmente, parar no lixo em vez de dar vida a outras pessoas necessitadas.
Sei lá.. a discussão entre ciência e alma é sem fim. E não sou eu que vou chegar ao consenso.
Mas vale a pena acreditar. Ajuda a entender muitas coisas.
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Desejo, necessidade, vontade...
Eu vejo muita TV... é que TV fica ligada enquanto a gente faz o resto das coisas, né?
Lembro da aula do André Rittes sobre sociedade pós-moderna, quando ele desafiou a classe a passar um dia sem ligar a TV.
Eu não consigo. Eu acordo com a TV (é meu despertador, apesar do celular ser mais eficiente). Daí eu tomo café na cozinha com a TV da sala ligada. Trabalho em TV, então tem aparelhos ligados por toda parte - e na falta do que fazer, mais TV.
Então eu volto para casa, almoço assistindo TV, durmo à tarde com a TV ligada, acordo e continuo vendo TV.
Outro dia, em São Paulo no apartamento do meu namorado, a Net caiu. Caiu TV, internet e telefone. Não tem antena aberta lá, logo, fiquei sem TV. Sem internet ficou pior. E sem telefone, não dava para reclamar.
Imagina o desespero?
Liguei o rádio e fui fazer faxina.
Mas a cada 15 minutos eu ia à sala para ver se a TV tinha voltado a funcionar. Porque eu faço faxina vendo TV - dá pra ter idéia de quanto tempo eu levo para limpar um Kit, né?
Bom, essa introdução toda para falar de outra coisa. Ainda no tema Santa Catarina, que ainda embrulha meu estômago quando eu como uma coisa muito gostosa (imagino a fome daquelas pessoas) ou quando eu vejo TV.
Muitos já ouviram a música Comida do Titãs. "A gente não quer só comida... A gente quer comida, diversão e arte..."
E aí você aplica essa música à calamidade daquele povo.
Comida e água eles vêm recebendo, mesmo que pouco.
Mas e a diversão, a distração?
A TV (mais uma vez ela) acabou de falar que eles podem ficar até 2 anos (dois anooooos!!!) em abrigos ou casa de parentes e amigos. Os segundos ainda têm sorte, um pouco de privacidade, e de repente uma cama mais quentinha. Mas e os primeiros??
Os segundos têm TV, mesmo que uma só para 15 pessoas. E os primeiros?
Imagina você, um ano sem TV! Agora imagina 2 anos!
Imagina você 2 anos sem sua cama, sem sua roupa, sem aquele tênis que você lutou (ou não) para comprar, e que era seu favorito até a água levar embora.
Reclama da vida aí, vai.
Mas voltando ao foco...
Ontem ou anteontem o Jornal Nacional mostrou as crianças jogando pingue-pongue, os adultos cortando grama, cuidando de tudo para se distrair.
Peguei uns jogos e coloquei na sacola de doações.
Parece fútil, né?
Não vou sentir falta deles, mas as crianças vão adorar ter mais um jeito de se distrair.
Mesmo que eu sentisse falta... será que eu não posso comprar outros?
Amanhã é dia de ir às compras. Será que posso mandar um pouco de arte e cultura para eles? Será que eles vão concordar que é necessário?
Ou será que ofende?
Sei lá... queria poder dar um pouco de distração.
Comida alimenta o corpo, arte alimenta a alma...
Desejo, necessidade, vontade...
Desejo por paz, privacidade, sossego.
Necessidade de comida e água, banho, cama.
Vontade de comer algo gostoso, de sair para andar à beira-rio... à beira daquele rio que tirou tudo deles... será que ainda vai haver essa vontade?
Desejo, necessidade, vontade... de ser feliz novamente! De ter dignidade!
Lembro da aula do André Rittes sobre sociedade pós-moderna, quando ele desafiou a classe a passar um dia sem ligar a TV.
Eu não consigo. Eu acordo com a TV (é meu despertador, apesar do celular ser mais eficiente). Daí eu tomo café na cozinha com a TV da sala ligada. Trabalho em TV, então tem aparelhos ligados por toda parte - e na falta do que fazer, mais TV.
Então eu volto para casa, almoço assistindo TV, durmo à tarde com a TV ligada, acordo e continuo vendo TV.
Outro dia, em São Paulo no apartamento do meu namorado, a Net caiu. Caiu TV, internet e telefone. Não tem antena aberta lá, logo, fiquei sem TV. Sem internet ficou pior. E sem telefone, não dava para reclamar.
Imagina o desespero?
Liguei o rádio e fui fazer faxina.
Mas a cada 15 minutos eu ia à sala para ver se a TV tinha voltado a funcionar. Porque eu faço faxina vendo TV - dá pra ter idéia de quanto tempo eu levo para limpar um Kit, né?
Bom, essa introdução toda para falar de outra coisa. Ainda no tema Santa Catarina, que ainda embrulha meu estômago quando eu como uma coisa muito gostosa (imagino a fome daquelas pessoas) ou quando eu vejo TV.
Muitos já ouviram a música Comida do Titãs. "A gente não quer só comida... A gente quer comida, diversão e arte..."
E aí você aplica essa música à calamidade daquele povo.
Comida e água eles vêm recebendo, mesmo que pouco.
Mas e a diversão, a distração?
A TV (mais uma vez ela) acabou de falar que eles podem ficar até 2 anos (dois anooooos!!!) em abrigos ou casa de parentes e amigos. Os segundos ainda têm sorte, um pouco de privacidade, e de repente uma cama mais quentinha. Mas e os primeiros??
Os segundos têm TV, mesmo que uma só para 15 pessoas. E os primeiros?
Imagina você, um ano sem TV! Agora imagina 2 anos!
Imagina você 2 anos sem sua cama, sem sua roupa, sem aquele tênis que você lutou (ou não) para comprar, e que era seu favorito até a água levar embora.
Reclama da vida aí, vai.
Mas voltando ao foco...
Ontem ou anteontem o Jornal Nacional mostrou as crianças jogando pingue-pongue, os adultos cortando grama, cuidando de tudo para se distrair.
Peguei uns jogos e coloquei na sacola de doações.
Parece fútil, né?
Não vou sentir falta deles, mas as crianças vão adorar ter mais um jeito de se distrair.
Mesmo que eu sentisse falta... será que eu não posso comprar outros?
Amanhã é dia de ir às compras. Será que posso mandar um pouco de arte e cultura para eles? Será que eles vão concordar que é necessário?
Ou será que ofende?
Sei lá... queria poder dar um pouco de distração.
Comida alimenta o corpo, arte alimenta a alma...
Desejo, necessidade, vontade...
Desejo por paz, privacidade, sossego.
Necessidade de comida e água, banho, cama.
Vontade de comer algo gostoso, de sair para andar à beira-rio... à beira daquele rio que tirou tudo deles... será que ainda vai haver essa vontade?
Desejo, necessidade, vontade... de ser feliz novamente! De ter dignidade!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Desastres Naturais
E tanto que se fala em Aquecimento Global... tanto que já se falou em diminuir a emissão de gases estufa.
Fez uma semana desde uma das piores catástrofes naturais que o Brasil já teve registro.
Santa Catarina vive o caos de um pós-guerra sem ter passado pela guerra. E a guerra está só começando.
Não venham agora me dizer que o aquecimento global não tem a ver com o que aconteceu lá, e pelo jeito não vai parar tão cedo.
Deixar o mato onde ele estava. A água limpa, o ar limpo, a terra limpa. Usar tudo com consciência.
Não faz tempo, eu estava na escola, aula de ciências, a professora falou: os recuros naturais são inesgotáveis. Fala isso pra Amazônia, pras florestas européias, pros pandas.
Fala isso pro povo catarinense.
Não quero mais saber desse planeta... quero um novo pra morar...
Dá tristeza ligar a TV, acessar os sites de notícias, e ver aquelas pessoas - tão bonitas, normalmente - sujas, desgrenhadas, em situação periclitante. Parece o Haiti. E eu lembro de Caetano: O Haiti é aqui.
Não venha dizer que poluir nos países em desenvolvimento não atrapalha nos outros. A produção industrial desenfreada na China não afeta aqui no Hemisfério Sul, no ocidente. O ar é o mesmo, a atmosfera é a mesma.
Antes de tantas pesquisas, muitos já falavam sobre isso. E hoje muitos cientistas comprovam que a poluição dos Estados Unidos abrem um buraco na camada de ozônio sobre o Continente Africano.
A temperatura do planeta vem subindo, o nível das águas aumentando, desastres naturais tomando gigantes proporções.
E vem alguém me dizer que a luz acesa à toa não tem nada a ver com isso???
Usar energia com inteligência, reciclar, economizar água. Custa?
Vamos tentar fazer nossa parte?
E agora eu faço um apelo para os que ainda não ajudaram, ajudarem. Os que ajudaram, e puderem, ajudarem mais. E os que não puderem, que orem. Muito. Pelo conforto nos corações dos que perderam tudo (inclusive suas famílias). Pela firmeza do tempo. Pela piedade dos que podem ajudar.
E se você não tem nada que lhe prenda em casa e tem como sair para se tornar mais um voluntário, faça um esforço. Por favor, ajude quem precisa. Poderia ser sua família.
Fez uma semana desde uma das piores catástrofes naturais que o Brasil já teve registro.
Santa Catarina vive o caos de um pós-guerra sem ter passado pela guerra. E a guerra está só começando.
Não venham agora me dizer que o aquecimento global não tem a ver com o que aconteceu lá, e pelo jeito não vai parar tão cedo.
Deixar o mato onde ele estava. A água limpa, o ar limpo, a terra limpa. Usar tudo com consciência.
Não faz tempo, eu estava na escola, aula de ciências, a professora falou: os recuros naturais são inesgotáveis. Fala isso pra Amazônia, pras florestas européias, pros pandas.
Fala isso pro povo catarinense.
Não quero mais saber desse planeta... quero um novo pra morar...
Dá tristeza ligar a TV, acessar os sites de notícias, e ver aquelas pessoas - tão bonitas, normalmente - sujas, desgrenhadas, em situação periclitante. Parece o Haiti. E eu lembro de Caetano: O Haiti é aqui.
Não venha dizer que poluir nos países em desenvolvimento não atrapalha nos outros. A produção industrial desenfreada na China não afeta aqui no Hemisfério Sul, no ocidente. O ar é o mesmo, a atmosfera é a mesma.
Antes de tantas pesquisas, muitos já falavam sobre isso. E hoje muitos cientistas comprovam que a poluição dos Estados Unidos abrem um buraco na camada de ozônio sobre o Continente Africano.
A temperatura do planeta vem subindo, o nível das águas aumentando, desastres naturais tomando gigantes proporções.
E vem alguém me dizer que a luz acesa à toa não tem nada a ver com isso???
Usar energia com inteligência, reciclar, economizar água. Custa?
Vamos tentar fazer nossa parte?
E agora eu faço um apelo para os que ainda não ajudaram, ajudarem. Os que ajudaram, e puderem, ajudarem mais. E os que não puderem, que orem. Muito. Pelo conforto nos corações dos que perderam tudo (inclusive suas famílias). Pela firmeza do tempo. Pela piedade dos que podem ajudar.
E se você não tem nada que lhe prenda em casa e tem como sair para se tornar mais um voluntário, faça um esforço. Por favor, ajude quem precisa. Poderia ser sua família.
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domingo, 30 de novembro de 2008
Primeiro Post
Este não é meu primeiro blog. Não é minha primeira tentativa de manter um diário online.
Aliás, eu conheci uma de minhas melhores amigas através de um blog. São mais de 6 anos de amizade.
Mas blogs exigem atenção e dedicação.
Como agora eu terminei a faculdade e já sou uma jornalista e, segundo um professor, dentro em breve será obrigatório aos jornalistas publicar em blogs, decidi criar um definitivo e criativo.
Aqui publicarei pensamentos meus, sejam eles críticas ou reflexões sobre a vida. E quem sabe contarei um pouco de mim.
Aguardo retorno.
Abraços
Aliás, eu conheci uma de minhas melhores amigas através de um blog. São mais de 6 anos de amizade.
Mas blogs exigem atenção e dedicação.
Como agora eu terminei a faculdade e já sou uma jornalista e, segundo um professor, dentro em breve será obrigatório aos jornalistas publicar em blogs, decidi criar um definitivo e criativo.
Aqui publicarei pensamentos meus, sejam eles críticas ou reflexões sobre a vida. E quem sabe contarei um pouco de mim.
Aguardo retorno.
Abraços
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